Mitologia na Bíblia.


  Série da Livro de Apocalipse.

Gênesis.

A palavra Gênesis significa "Começos". Todas as coisas podem ser rastreadas até o livro de Gênesis. Originalmente, o mundo tinha uma religião (monoteísta) comum. O politeísmo começou em Gênesis 11, com a construção da Babilônia.


  Mitologia.

A Fonte - Babilônia.


William Branham.

Leia a conta completa em...
A Era Da Igreja De Pérgamo.

Babel é o nome original de Babilónia. Significa confusão. Foi literalmente iniciada por Cuxe, o filho de Cam, mas foi levada a um reinado de poder e grandiosidade com o seu filho, Ninrode, o poderoso caçador. Ninrode, de acordo com o relato de Génesis capítulo onze e também de acordo com a história secular, determinou alcançar três coisas. Ele queria edificar uma nação forte, o que conseguiu. Queria propagar a sua própria religião, o que conseguiu. Queria fazer para si mesmo um nome, o que também conseguiu. Os seus feitos foram tão monumentais que o reino da Babilónia foi chamado a cabeça de ouro entre todos os governos do mundo. O facto de que a sua religião foi proeminente está provado pela Escritura a identificar completamente com Satanás em Isaías capítulo 14 e em Apocalipse capítulos 17 e 18. E, pela história, conseguimos provar que ela invadiu o mundo inteiro e é a base de todo o sistema de idolatria e o tema da mitologia, ainda que os nomes dos deuses sejam diferentes em várias partes da terra, de acordo com a linguagem do povo. Que ele fez um nome para si mesmo e para os seus seguidores, isso está subentendido, porque enquanto esta era presente continuar (até Jesus Se revelar aos Seus irmãos) ele será adorado e honrado, apesar de ser num nome diferente de Ninrode e num templo ligeiramente diferente daquele onde ele foi originalmente adorado.

Uma vez que a Bíblia não trata das histórias de outras nações em detalhe, será necessário pesquisar os registos seculares antigos para encontrar a resposta sobre como é que Pérgamo se tornou o trono da religião Satânica da Babilónia.

As maiores fontes de informação serão os registos da cultura Egípcia e Grega. A razão para isto é que o Egipto recebeu a sua ciência e a matemática dos Caldeus e, por sua vez, a Grécia recebeu-as do Egipto. Agora, já que os sacerdotes estavam encarregados de ensinar estas ciências e já que estas ciências eram usadas como parte da religião, nós já sabemos qual é a chave para que a religião Babilónica tenha ganho a sua força nestes dois países. Também é verdade que sempre que uma nação era capaz de dominar outra nação, no tempo devido, a religião do dominador tornava-se a religião do dominado.

É sobejamente conhecido que os Gregos tinham os mesmos sinais do zodíaco que os Babilónios; e foi descoberto no antigo Egipto registos de que os Egípcios deram aos Gregos o seu conhecimento acerca do politeísmo. Assim, os mistérios da Babilónia espalharam-se de nação em nação até que apareceram em Roma, na China, na Índia e até mesmo na América do Norte e do Sul vemos a mesma adoração básica.

Os historiadores da antiguidade concordam com a Bíblia que esta religião Babilónica não era de certeza a religião original dos povos antigos da terra. Foi a primeira a desviar-se da fé original; mas ela não era a original. Historiadores como Wilkinson e Mallett provaram conclusivamente, a partir de documentos antigos, que em certa altura todos os povos da terra acreditavam NUM DEUS, supremo, eterno, invisível, Que pela Palavra da Sua boca trouxe à existência todas as coisas e que no Seu carácter era bondoso e bom e justo.

Mas como Satanás vai sempre corromper aquilo que ele puder, vemo-lo a corromper as mentes e os corações dos homens, para que rejeitem a verdade. Como ele tem sempre tentado receber adoração como se fosse Deus e não o servo e a criação de Deus, ele desviou a adoração de Deus para que no final ele pudesse desviá-la para si mesmo e assim ser exaltado. Certamente que alcançou o seu desejo de espalhar a sua religião por todo o mundo. Isto é autenticado por Deus no Livro de Romanos: “Tendo conhecido Deus, não O glorificaram como Deus, até que se tornaram vãos nas suas imaginações e o coração se obscureceu aceitando uma religião corrompida ao ponto de adorarem as criaturas e não o Criador.”

Lembre-se, Satanás era uma criatura de Deus (Filho da Manhã). Assim, nós vemos que, onde antes a verdade era disseminada no meio dos homens e todos se firmavam numa verdade, aí, mais tarde, veio um dia em que um vasto grupo se afastou de Deus e espalhou uma forma diabólica de adoração por todo o mundo. A história relata que esses da tribo de Sem que permaneceram com a verdade imutável estavam solidamente em oposição aos de Cam que se afastaram da verdade para irem após a mentira do diabo. Não há tempo para entrar numa discussão acerca disto; é meramente introduzido para que possa ver que havia duas religiões e apenas duas, e a maligna tornou-se mundial.

O monoteísmo transformou-se em politeísmo na Babilónia. A mentira do diabo e os mistérios do diabo levantaram-se contra a verdade de Deus e contra os mistérios de Deus naquela cidade. Satanás tornou-se verdadeiramente o deus deste mundo e reivindicou adoração por parte daqueles que ele tinha enganado, levando-os a crer que ele era verdadeiramente o Senhor.

A religião politeísta do inimigo começou com a doutrina trinitariana. Foi lá atrás na antiguidade que a ideia de “um Deus em três pessoas” veio à existência. É muito estranho que os nossos teólogos modernos não tenham identificado isto; mas, evidentemente, tão enganados como os seus antepassados estavam, eles continuam a crer em três pessoas na Divindade. Mostrem-nos um único lugar na Escritura em que haja alguma autoridade para essa doutrina.

Não é estranho que enquanto os descendentes de Cam tenham avançado na adoração Satânica que envolvia um conceito básico de três deuses, que não haja um único vislumbre dos descendentes de Sem a crer em tal coisa ou a ter qualquer adoração cerimonial que envolvesse sequer uma forma dela? Não é estranho que os Hebreus cressem em: “Ouve, oh Israel, o Senhor teu Deus é UM Deus” - se houvesse três pessoas na Divindade? Abraão, o descendente de Sem, em Génesis 18 viu apenas UM Deus com dois anjos.

Agora, como é que esta trindade foi expressada? Foi expressada por um triângulo equilátero tal como está expressado em Roma hoje. Estranho, os Hebreus não tinham um conceito desses. Agora, quem está certo? São os Hebreus ou os Babilónios? Na Ásia, a ideia politeísta de três deuses em um surgiu numa imagem com três cabeças num corpo. Ele é expresso como três inteligências. Na Índia, eles acharam por bem expressá-lo como um deus em três formas. Agora, essa é realmente a boa teologia deste dia moderno. No Japão há um grande Buda com três cabeças como aquele que nós descrevemos previamente.

Mas o que é mais revelador é aquilo que estabelece o conceito trinitariano de Deus numa forma trina de: 1. A cabeça de um homem idoso simbolizando Deus, o Pai. 2. Um círculo que nos mistérios significava “Semente” que por sua vez representa o Filho. 3. As asas e a cauda de uma ave (a pomba). Aqui estava a doutrina do Pai, Filho e Espírito Santo, três pessoas na Divindade, uma trindade verídica. Pode ver a mesma coisa em Roma.

Agora, deixe-me perguntar mais uma vez, não é estranho que o diabo e os seus adoradores tenham, na verdade, mais verdade revelada do que o pai da fé (Abraão) e os seus descendentes? Não é estranho que os adoradores de Satanás soubessem mais acerca de Deus do que os filhos de Deus? Agora, isso é aquilo que os teólogos modernos tentam dizer-nos quando falam acerca de uma trindade. Lembre-se só disto daqui em diante: estes registos são factos e isto é um facto: Satanás é um mentiroso e é o pai das mentiras e sempre que ele vier com qualquer luz continua a ser uma mentira. Ele é um assassino. E a sua doutrina da trindade tem destruído multidões e vai destruir até que Jesus venha.

De acordo com a história, não levou muito tempo até que fosse feita uma mudança neste conceito de um Pai e um Filho e o Espírito Santo. Satanás levou-os, um passo de cada vez, para longe da verdade. O conceito evoluído da Deidade era agora: 1. O pai eterno. 2. O Espírito de Deus encarnado numa mãe HUMANA. (Não dá que pensar?) 3. Um Filho Divino, o fruto dessa encarnação (a semente da mulher).

Mas o diabo não está contente. Ele ainda não alcançou a adoração de si mesmo, a não ser de uma forma indirecta. Assim, ele leva as pessoas para ainda mais longe da verdade. Através dos seus mistérios, ele revela às pessoas que uma vez que o grande Deus pai invisível não se preocupa com os assuntos dos homens, mas permanece em silêncio relativamente a eles, então segue-se que ele pode ser adorado em silêncio. Na verdade, significa ignorá-lo o mais possível, se não completamente. Esta doutrina também se espalhou por todo o mundo e hoje mesmo na Índia consegue ver que os templos dedicados ao grande criador, o deus silencioso, são bastante reduzidos em número.

Já que não era necessário adorar o pai-criador, só era natural que a adoração passasse para a “Mãe e o Filho” como os objectos de adoração. No Egipto, havia a mesma combinação da mãe e do filho, chamados Ísis e Osíris. Na Índia, era Isi e Iswara. (Repare até na semelhança dos nomes). Na Ásia era Cibele e Deoius. Em Roma e na Grécia aconteceu o mesmo, e na China.

Bem, imagine a surpresa de alguns missionários Católicos Romanos quando entraram na China e descobriram ali uma Madona [representação artística da virgem Maria - Trad.] e o Filho com raios de luz a emanar da cabeça do bebé. A imagem podia bem ser tida como uma do Vaticano a não ser por certas expressões faciais.

Agora, compete-nos a nós descobrir a mãe e o filho originais. A mãe-deusa original da Babilónia era Semiramis, que era chamada Reia nos países orientais. Ela segurava um filho nos seus braços, que apesar de ser um bebé, era descrito como sendo alto, forte, de bela aparência e especialmente cativante para as mulheres. Em Ezequiel 8:14 foi chamado Tamuz. Entre os escritores clássicos, foi chamado Baco. Para os Babilónios era Nino. O que explica o facto de ele estar representado como um bebé nos braços e, no entanto, ser descrito como um homem grande e poderoso, é que ele é conhecido como o “Filho-Marido”. Um dos seus títulos era “Marido da Mãe” e na Índia, onde os dois são conhecidos como Iswara e Isi, ele (o marido) é representado como o bebé no peito da sua própria esposa.

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  A escritura diz...

E Cuxe gerou Ninrode; este começou a ser poderoso na terra.

E este foi poderoso caçador diante da face do Senhor.

E o princípio do seu reino foi Babel, Ereque, Acade e Calné, na terra de Sinar.

Génesis 10:8-10


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Continua na página seguinte.
(Armagedônio.)



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